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Vinhos do Alentejo

 

DOC Alentejo
O seu regulamento de D.O. é o Decreto-Lei N.º 265/98, de 19 de Agosto.
A área geográfica correspondente à Denominação de Origem Controlada "Alentejo" abrange o conjunto das áreas geográficas das Sub-Regiões Portalegre, Borba, Redondo, Reguengos, Vidigiueira, Évora, Granja-Amareleja e Moura.

Sub-Região Portalegre – Os concelhos de Portalegre (excluídas as áreas de altitude superior a 700 m e a parte sul da freguesia de Urra), Crato (parte da freguesia do Crato), Castelo de Vide (parte das freguesias de São João Baptista, Santiago Maior e Santa Maria da Devesa; do concelho de Marvão(parte das freguesias de São Salvador de Aramenha, Marvão e Santo António das Areias) e Sousel (parte da freguesia de Casa Branca).

Sub-Região Borba – Os concelhos de Borba, Estremoz (freguesias de Santo André, Santa Maria, Arcos, São Domingos de Ana Loura, São Lourenço de Mamporcão e São Bento de Ana Loura, e parte das freguesias de São Bento do Cortiço; Santo Estêvão, São Bento do Ameixial, Glória e Veiros), Vila Viçosa (freguesia de São Bartolomeu e parte das freguesias de Conceição, Bencatel e Pardais), Elvas (parte da freguesia de Terrugem), Alandroal (parte da freguesia de Alandroal) e Monforte (parte da freguesia de Santo Aleixo).

Sub-Região Redondo – Os concelhos de Redondo (freguesia de Redondo), Évora (parte das freguesias de São Miguel de Machede e de Nossa Senhora de Machede) e Alandroal (parte das freguesias de Terena e Santiago Maior

Sub-Região Reguengos – Os concelhos de Reguengos de Monsaraz, Redondo (parte da freguesia de Montoito) e Évora (parte da freguesia de São Vicente do Pigeiro).

Sub-Região Vidigueira – Os concelhos de Cuba, Vidigueira e Alvito.

Sub-Região Évora – Os concelhos de Arraiolos (freguesia de Igrejinha), Évora (parte das freguesias de Canaviais, Nossa Senhora da Boa Fé, Nossa Senhora de Guadalupe, Nossa Senhora da Graça do Divor, Nossa Senhora de Machede, Nossa Senhora de Tourega, São Sebastião da Giesteira, São Manços, Bacelo, Malagueira, Horta das Figueiras, Senhora da Saúde e Torre de Coelheiros) e Montemor-o-Novo (freguesia de Nossa Senhora da Vila).

Sub-Região Granja / Amareleja – Os concelhos de Mourão (freguesias de Granja, Luz e Mourão) e Moura (freguesias de Amareleja e Póvoa de São Miguel e parte das freguesias de Santo Amador e São João Baptista).

Sub-Região Moura – Os concelhos de Moura (parte das freguesias de Santo Amador, Santo Agostinho e São João Baptista) e Serpa (parte das freguesias de Aldeia Nova de São Bento, Brinches, Pias, Santa Maria, São Salvador e Vale de Vargo).

 
Variedades recomendadas: Antão Vaz, Arinto, Perrum, Rabo de Ovelha, e Síria, no conjunto, com um mínimo de 75%, devendo a Rabo de Ovelha estar representada com um mínimo de 20% e a Síria com um mínimo de 20%, Diagalves (máximo de 5%), Fernão Pires, Manteúdo e Trincadeira das Pratas (brancas) Aragonez, Moreto, Trincadeira Preta e Periquita, no conjunto, com um mínimo de 75%, devendo a Aragonez estar representada comum mínimo de 5%, a Tinta Amarela com um mímimo de 20%, a Trincadeira com um mínimo de 20%, e a Moreto com um máximo de 20%, Alfrocheiro Preto, Alicante Bouschet, e Grand Noir (tintas).
Notas sobre a região: O plantio da vinha nesta região data do período romano, como atestam vestígios datados dessa época, nomeadamente grainhas de uvas descobertas nas ruínas de São Cucufate, perto da Vidigueira, e alguns lagares romanos. A utilização de talhas, destinadas à fermentação do mosto e ao armazenamento do vinho, é ainda visível em algumas das suas adegas.
Situado na zona sul do país, o Alentejo é uma região essencialmente plana, evidenciando alguns acidentes de relevo, não muito elevados, mas que o influenciam de forma marcante. Caracteriza-se por condições edafo-climáticas acentuadamente mediterrânicas, apresentando, no entanto, várias zonas de microclima continental. As temperaturas médias do ano variam de 15 a 17,5º, observando-se igualmente a existência de grandes amplitudes térmicas e a ocorrência de Verões excessivamente quentes e secos. A precipitação média varia de 500 a 800mm.
Os solos caracterizam-se pela sua diversidade, variando entre os graníticos de "Portalegre", os derivados de calcários cristalinos de "Borba", os mediterrânicos pardos e vermelhos de "Évora", "Granja/Amareleja" e "Moura", e os xistosos de "Redondo", "Reguengos" e "Vidigueira".
A DOC "Alentejo" compreende as 8 Sub-Regiões acima mencionadas.

 Armazenamento / Conservação


Com um pouco de imaginação , todos nós conseguimos instalar a nossa garrafeira lá de casa, pode não ter as condições ideais, o que é normal, mas facilmente se atenuam alguns dos factores mais prejudiciais a uma boa evolução do vinho.

 

Factores a ter em conta …

Temperatura
É dos factores mais importantes, para assegurar uma boa evolução do vinho, é importante conseguir temperaturas frescas, 12 a 15 ºC e regulares, ou seja deve-se evitar oscilações de temperatura , independentemente da estação do ano em que nos encontramos.
O frio atrasa as reacções bioquímicas de múltiplos constituintes dos vinhos, entre eles a oxidação dos aromas. 
O Calor pelo contrário acelera estas reacções, com todos os inconvenientes daí decorridos. Importa salientar que estas reacções são irreversíveis.

Luz
É um catalisador, e pode por isso acelerar as reacções bioquímicas do vinho.
É por isso importante evitar a sua presença, manter este local escuro. Por forma a evitarmos um envelhecimento prematuro do vinho.

Humidade
Uma humidade moderada é até favorável(70 a 70%), pois ajuda à manutenção da elasticidade da rolha e reduz a oxidação. O excesso é prejudicial pois dá origem ao desenvolvimento de bolores, alguns, na própria rolha afectando assim a boa evolução do vinho, degrada os rótulos e caixas, dificultando assim a sua identificação.

Arejamento
Sempre que possível deve-mos contemplar esta possibilidade, há sempre imprevistos (necessidades de limpeza, excesso de humidade, uma garrafa que partiu etc.,) em que se requer um arejamento. Deve contudo evitar-se correntes de ar. 

Trepidação
Embora nas nossas casas este problema raramente se coloque, mas não é demais referi-lo, pois por vezes a presença de alguns electrodomésticos perto da garrafeira originam alguma vibração, que caso se alastre à garrafeira pode ser nefasta.

Odores estranhos
São vários os odores frequentes nas nossas casas capazes de prejudicar a boa evolução do vinho, ex: fuel das caldeiras, batatas, alhos, cebolas etc.

Organização
Sempre que lhe seja possível tente seguir estes princípios:
Vinhos brancos: junto ao solo,
Vinhos tintos : em cima,
Reservas e Garrafeiras: prateleiras do fundo,
Garrafas de consumo frequente: na zona mais acessível.

 

Os copos devem ser transparentes, sem qualquer tipo de inscrições ou desenhos.
Os tintos são servidos em copos largos, de tulipa e com pé.
 Os vinhos brancos e generosos são do mesmo género, mas mais pequenos.
 Para os espumantes deve-se usar uma flûte de pé alto e estreito. 
 
Ao servir encha os copos ligeiramente acima de meio.
 Assim fica um espaço no copo no qual se pode apreciar o aroma do vinho. 

As garrafas de vinhos brancos ou espumantes devem ser conservadas
num balde de gelo – frapé – para que o vinho se mantenha a uma temperatura refrescante

 

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